Série

Memória em SI.

Uma série de ensaios sobre a memória de uma superinteligência: o que ela precisa guardar, onde isso fica fisicamente, quem está resolvendo o problema e o que isso exige do mundo material. Escrita a partir dos números do próprio desk, não de previsões.

Por que esta série

A memória virou a parte mais cara e mais escassa do hardware de IA. Ao mesmo tempo, os modelos aprenderam a usar muito melhor a memória que têm. Essas duas curvas decidem quanta HBM, quanta DRAM e quanto silício o mundo vai precisar fabricar nos próximos anos. O desk mede a segunda curva a cada trimestre e escreve aqui sobre o que ela mostra.

O que os números dizem hoje

Leitura de 1 de outubro de 2026
GB por conversa de 128 mil tokens
6,25
eram 18,72 GB em janeiro de 2025
TCC · conversas por GPU NVIDIA de ponta
218,5
base 100 em 1º de janeiro de 2026
TCC-X · qualquer fabricante
327,5
AMD MI455X, 432 GB
A hipótese que estamos testando

Todo modelo enxuto da nossa cesta é multiescala: guarda o contexto recente em detalhe e o contexto antigo comprimido. Nenhum é autossimilar. Uma memória fractal aplicaria a mesma regra em todos os níveis, do último minuto ao último ano, com a mesma transformação repetida recursivamente.

Ninguém publicou uma versão que funcione para modelos de linguagem ou de visão. Para o desk, isso é tanto uma lacuna de pesquisa quanto uma evidência contra a ideia, e a tradição brasileira de geometria fractal aplicada é um dos poucos lugares onde metade dessa conversa já existe. Vamos seguir testando a hipótese contra os números e dizer aqui se os números a derrubarem.

SituaçãoEm aberto. Nenhum resultado publicado, nem a favor nem contra.

Os ensaios

Os próximos ensaios aparecem aqui, em ordem de leitura.

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