A Tantalum Strategy foi criada para fechar a distância entre o que o Hemisfério Sul guarda e o que a economia da IA precisa.
Um desk de pesquisa independente que faz benchmark dos materiais que sustentam a inteligência artificial, ancorado em uma perspectiva que o mercado consistentemente subestima.
Por que isso existe
A conversa global sobre IA é precificada em capacidade computacional. GPUs, tamanho de modelo, FLOPs, tokens por segundo. Essa precificação é real. Mas cada unidade de computação está sobre uma economia física da qual o mercado fala muito menos: os materiais, a energia e as cadeias de suprimento que permitem que um data center sequer exista.
A capacidade computacional é a frente da história. Os materiais são a parte que a maioria dos investidores ainda não precificou.
Cobre para as redes elétricas dos data centers. Ímãs de terras raras para refrigeração e motores. Hélio para litografia de semicondutores. Lítio para armazenamento de backup. Nióbio para o aço de alta temperatura da infraestrutura de transmissão. Esses materiais se concentram em poucas regiões, muitas delas no Hemisfério Sul, e várias delas no Brasil.
O ângulo brasileiro
O Brasil está no centro da história dos materiais de IA de uma forma que o mercado deixou passar.
- NióbioCerca de 90% do fornecimento global, principalmente via CBMM em Araxá. Não há aço de qualidade para IA sem ele.
- Terras rarasA terceira maior reserva conhecida do mundo. Monazita no Nordeste. A Serra Verde entrou em operação como a primeira produtora comercial de TRs fora da China e da Austrália em 2024.
- LítioO Vale do Jequitinhonha (Minas Gerais) está posicionado como a próxima grande bacia de espodumênio fora da Austrália.
- Potencial de hélioReservatórios de gás subexplorados nas bacias do Solimões e do Parnaíba.
- Minério de ferro, cobre, grafita, manganêsGrandes produtores com infraestrutura já em escala.
O Brasil ainda não captura o valor que sua geologia oferece. O país exporta matérias-primas e importa produtos acabados como ímãs, baterias e semicondutores, com margens em ordens de magnitude. A infraestrutura de processamento downstream não está lá. A alocação de capital está descalibrada. O relógio das políticas anda devagar.
Como o desk opera
A Tantalum Strategy publica três coisas: índices proprietários que acompanham a economia de materiais da IA, pesquisa semanal sobre suprimento, política e fluxos de capital, e consultoria sob medida para construtores, investidores e formuladores de política que operam no espaço.
O desk opera com perspectiva global e raízes brasileiras profundas. A cobertura abrange política dos EUA (IRA, DPA, FEOC), controles de exportação chineses e movimentos de equity no exterior, o Triângulo do Lítio, o Cinturão Africano do Cobre, ferro e lítio australianos e posicionamento soberano. O ângulo único é a base de ativos do Hemisfério Sul.
Operamos com IA. Nosso desk usa modelos de linguagem para varrer, redigir e sintetizar em escala, combinados com julgamento editorial humano. O resultado é mais pesquisa, mais rápida, publicada abertamente.
A fundadora
Priscilla Avila é a fundadora da Tantalum Strategy. Brasileira. Baseada na Califórnia, com fontes e cobertura de campo ancoradas no Brasil e nos desks globais de recursos. O desk nasceu de uma pergunta a que ela voltava sempre. Por que a conversa sobre IA foca quase inteiramente na camada de computação e não na economia física por baixo dela, e como o Brasil, que detém muitas das chaves, está se posicionando para o que vem a seguir?
Para consultoria, acesso institucional aos índices ou imprensa: Falar com o desk →
Conecte-se com Priscilla no LinkedIn →